Racionais Mc - V.l. Lyrics


Racionais Mc Lyrics

V.l. Lyrics
Firmeza total,mais um ano se passando
Muita coletividade na quebrada dinheiro no bolso
Sem miséria, e é nóis vamo, brindar o dia de hoje que o
Amanhã só pertence a deus, a vida é loka.
Deixa eu fala, pocê,
Tudo, tudo, tudo vai, tudo é fase irmão,
Logo mais vamo arrebentar no mundao,
De cordão de elite, 18 quilate,
Poê no pulso, logo brait,
Que tal? tá bom?

De lupa Bausch & Lomb, bombeta branca e vinho,
Champanhe para o ar, que é pra abrir nossos caminhos,
Pobre é o diabo, eu odeio a ostentaçao,
Pode rir, ri mais não desacredita não.

É só questão de tempo, pro fim do sofrimento,
Um brinde pros guerreiro, zé polvinho eu lamento,
Vermes que só faz peso na terra.

Tira o zóio.

Tira o zóio, vê se me erra,
Eu durmo pronto pra guerra,
E eu não era assim, eu tenho ódio,
E sei que é mau pra mim,
Fazer o que se é assim,
Vida loka cabulosa,
O cheiro é de pólvora,
E eu prefiro rosas.

E eu que...e eu que...

Sempre sonhei com um lugar,
Gramado e limpo, assim, verde como o mar,
Cercas brancas, uma seringueira com balança,
Disbicando pipa cercado de criança...

How...how Brown

Acorda sangue bom,
Aqui é capão redondo, tru
Não pokémon,
Zona sul é o invés, é stress concentrado,
Um coração ferido, por metro quadrado...

Quanto, quanto mais tempo eu vou resistir,
Pior que eu ja vi meu lado bom na U.T.I,
Meu anjo do perdão foi bom,
Mas tá fraco,
Culpa dos imundo, do espírito opaco.

Eu queria ter, pra testar e vê,
Um malote, com glória, fama,
Embrulhado em pacote,
Se é isso que ceis qué,
Vem pegá.

Jogar num rio de merda e ver vários pulá,
Dinheiro é foda,
Na mão de favelado, é mó guela,
Na crise, vários pedra 90, esfarela.

Eu vou jogá pra ganha,
O meu money, vai e vem,
Porém, quem tem, tem,
Não cresço o zóio em ninguém,
O que tiver que ser,
Será meu,
Tá escrito nas estrela,
Vai reclamar com Deus.

Imagina nóis de audi,
Ou de cintroen,
Indo aqui, rindo ali,
Só pam,
De vai e vem,
No capão, no apurá, vô colá,
Na pedreira do são bento,
Na fundão, no pião,
Sexta-feira.

De teto solar,
O luar representa,
Ouvindo cassiano,
Ha.
Os gambé não guenta.

É Mais se não dé,
Nego,
O que é que tem,
O importante é nóis aqui,
Junto no que vem,
O caminho,
Da felicidade ainda existe,
É uma trilha estreita,
Em meio a selva triste.

Quanto cê paga,
Pra vê sua mãe agora,
E nunca mais ver seu pivete,
Ir embora,
Dá a casa, dá o carro,
Uma glock, e uma fal,
Sobe cego de joelho,
Mil e cem degrau.

Quente é mil grau,
O que o guerreiro diz,
O promotor é só um homem,
Deus é o juiz.

Enquanto zé polvinho,
Apedrejava a cruz,
Um canalha fardado,
Cuspiu em jesus.

Oh...

Aos 45 do segundo arrependido,
Salvo e perdoado,
É dimas o bandido.

É loko o baguio,
Arrepia na hora,
Oh

Dimas, primeiro vida loka da história.

Eu digo.

Glória...glória...
Sei que Deus tá aqui.

E só quem é,
Só quem é vai sentir.

E meus guerreiro de fé,
Quero ouvir....quero ouvir...

E meus guerreiro de fé,
Quero ouvir...irmão...

Programado pra morre nóis é,
É certo...é certo...é crer no que der...

Firmeza
Não é questão de luxo,
Não é questão de cor,
É questão que fartura,
Alega o sofredor.

Não é questão de presa, nego
A idéia é essa,
Miséria, traz tristeza, e vice-versa,
Inconscientemente,
Vem na minha mente.


Em ter uma loja de tênis,
O olhar do parceiro feliz,
De poder comprar,
O azul, o vermelho,
O balcão, o espelho,
O estoque, a modelo.

Não importa,
Dinheiro é puta,
E abre as porta,
Dos castelo de areia que quiser.

Preto e dinheiro,
São palavras rivais,
É,
Então mostra pra esses cu,
Como é que faz.

O seu enterro foi dramático,
Como um blues antigo,
Mais tinha estilo,
Me perdoe, de bandido.

Tempo pra pensa,
Qué pará,
Que cê qué?
Viver pouco como um rei,
Ou então muito, como um zé?

As vezes eu acho,
Que todo preto como eu,
Só qué um terreno no mato,
Só seu.

Sem luxo, descalço, nadar num riacho,
Sem fome,
Pegando as fruta no cacho.

Ae truta, é o que eu acho,
Quero tambem,
Mais em São Paulo,
Deus é uma nota de 100,
Vidaloka!!

"porque o guerreiro de fé nunca gela,
Não agrada o injusto, e não amarela,
O rei dos reis, foi traido, e sangrou nessa terra,
Mais morrer como um homem é o prêmio da guerra,
Mas oh,
Conforme for, se precisa, afoga no proprio sangue, assim será,
Nosso espirito é imortal, sangue do meu sangue,
Entre o corte da espada e o perfume da rosa,
Sem mensão honrosa, sem massagem."

A vida é loka nego,
E nela eu tô de passagem.

À dimas o primeiro.
Saúde guerreiro!

Dimas... dimas... dimas...


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